13/09 - Chișinău
Corrida de pobre é assim, só tem água, maçã, banana, e em uma única das estações, Red Bull. Mas achei interessante a escolha do patrocinador, é a primeira corrida da qual participei em que, não só se distribuiu energético, como não distribuíram isotônico.
Desta vez as fezes foram como a Marielle, presentes. Mas deu pra chegar até o aparentemente único banheiro químico da corrida, e até tinha papel-lixa ali dentro!
O percurso inteiro corrido embaixo de chuva, que, quando parecia que finalmente ia parar, recomeçava. Mas valeu a pena, no final. Estava também meio friozinho, e o clima chuvoso ajudou a manter a máquina resfriada, me ajudando a fazer praticamente meu tempo alvo realista de 4h30. A contagem oficial foi de 4h39, mas descontada a pausa do cocô, mais uma encostadinha pro xixi no matinho, e o fato de que o relógio de pulso marcou 43 km, e não os 42,2, o que sugere que a contagem da distância do percurso deles foi meio nas coxas, devo ter fechado com umas 4h31, o que já estava deixando de achar ainda possível.
Em muitos pontos ao longo da corrida, caixas de som tocando música pum-pum-pum, que só atrapalhava o que eu estava escutando no meu sonzinho. O quadril desta vez já pegou um pouco mais, espero não se tratar de uma curva ascendente, ainda há 3 corridas pela frente.
Na chegada, só a medalha mesmo, nem uma garrafinha de água estavam dando pra arrematar.
O percurso inteiro corrido embaixo de chuva, que, quando parecia que finalmente ia parar, recomeçava. Mas valeu a pena, no final. Estava também meio friozinho, e o clima chuvoso ajudou a manter a máquina resfriada, me ajudando a fazer praticamente meu tempo alvo realista de 4h30. A contagem oficial foi de 4h39, mas descontada a pausa do cocô, mais uma encostadinha pro xixi no matinho, e o fato de que o relógio de pulso marcou 43 km, e não os 42,2, o que sugere que a contagem da distância do percurso deles foi meio nas coxas, devo ter fechado com umas 4h31, o que já estava deixando de achar ainda possível.
Em muitos pontos ao longo da corrida, caixas de som tocando música pum-pum-pum, que só atrapalhava o que eu estava escutando no meu sonzinho. O quadril desta vez já pegou um pouco mais, espero não se tratar de uma curva ascendente, ainda há 3 corridas pela frente.
Na chegada, só a medalha mesmo, nem uma garrafinha de água estavam dando pra arrematar.
Depois, à tarde, fomos ao teatro da cidade ver Othello. Othello, caralho? Mesmo? Com tanta coisa boa, ou pelo menos interessante, pra encenar, neguinho continua se aferrando ao mesmo cânone destas merdas escritas há 2 séculos. O que já vi de óperas de Mozart nas minhas andanças é uma coisa nauseante. E quanto menor a cidade mais tradicional é o repertório. Mas ópera durante a viagem é meio que nem pegar menina lá na Waldemar Ferreira. A gente tem que se virar com o que está lá no momento.
Então vamos lá, Verdi na orelha, uma ópera de 4 atos com 20 minutos de intervalo entre um e outro, então a coisa começou às 5 da tarde e foi até depois de 9 da noite. As legendas, em romeno, claro. Passei os primeiro dois ato da peça achando que Othello era Iago e vice-versa.
Lembrei-me das versões em alemão de Jesus Christ Superstar e Fiddler on the Roof que assisti, bem, na Alemanha, e também fiquei boiando.
Dentro do teatro, abafamento nada condizente com o friozinho lá fora. A distância entre as cadeiras bem apertadinha, principalmente na última fila, a com o ingresso mais baratinho, que compramos, o que causou transtorno à moça ao meu lado, que não conseguia encontrar espaço para suas duas longas pernas, e a mim, claro, a quem faltava espaço para a terceira. A bugrada lá tirando fotos pelo celular sem parar, a vaquinha na fila da frente ainda mantinha o celular ligado, mandando pelo whatsapp as fotos tirada para seu cafetão, em vez de prestar atenção na peça ali na frente. Não sabia se era uma indelicadeza cultural local ou mera folgadice dela mesmo. Mas até me permiti fazer uma fotinho de cena aberta também.
Lembrei-me das versões em alemão de Jesus Christ Superstar e Fiddler on the Roof que assisti, bem, na Alemanha, e também fiquei boiando.
Dentro do teatro, abafamento nada condizente com o friozinho lá fora. A distância entre as cadeiras bem apertadinha, principalmente na última fila, a com o ingresso mais baratinho, que compramos, o que causou transtorno à moça ao meu lado, que não conseguia encontrar espaço para suas duas longas pernas, e a mim, claro, a quem faltava espaço para a terceira. A bugrada lá tirando fotos pelo celular sem parar, a vaquinha na fila da frente ainda mantinha o celular ligado, mandando pelo whatsapp as fotos tirada para seu cafetão, em vez de prestar atenção na peça ali na frente. Não sabia se era uma indelicadeza cultural local ou mera folgadice dela mesmo. Mas até me permiti fazer uma fotinho de cena aberta também.
E quando a gente vai ver já passa das 11 da noite. Amanhå o dia começa de madrugada de novo, e embaixo de chuva.
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